Da subtração ao encontro: o caminho que o veículo faz — e onde ele é interceptado.
O que acontece com o veículo depois da subtração: onde ele fica, para onde vai e quando volta.
O veículo subtraído percorre um caminho com duas paradas — e cada parada tem geografia e relógio próprios.
Roubo e furto são comportamentos distintos: um fica no território; o outro viaja para o mercado.
A região com comportamento de corte exerce gravidade mensurável: perto dela, o veículo volta 2,3× menos.
da subtração ao encontro
De cada 100 fechamentos, 51 a 58 acontecem no anel de 1-5 km ao redor das regiões com comportamento de corte — é ali que olhos atentos interceptam o trânsito do crime.
Dentro da região de corte quase não se acha (≤10 de cada 100 fechamentos): o que entra e é processado desaparece — a cifra negra tem endereço aproximado.
onde o veículo fica e para onde ele viaja
% dos achados dentro da mancha de dominância, por tempo decorrido
de cada 100 veículos que voltam, quando cada um voltou
de cada 100 veículos levados, quantos voltam — pela distância entre o crime e a região com comportamento de corte
de cada 100 veículos levados, quantos voltam em cada situação
onde o veículo é encontrado
de cada 100 encontros, a que distância da região de corte mais próxima
Esta é a leitura do Recompensa sobre o comportamento do veículo subtraído — não é estatística oficial do Estado, e não substitui nenhum registro público.
'Região com comportamento de desmanche/corte' descreve um padrão estatístico de território, sempre em áreas amplas. Jamais afirmamos o que um local é, ou quem nele está.
A leitura fala de regiões e distâncias típicas — não aponta ponto, imóvel ou pessoa. O que a página mostra é padrão de movimento, não um caso concreto de alguém.
O crime mantém dominância territorial por assimetria de informação. O anel de 1-5 km, onde metade dos achados já acontece, prova que informação intercepta. Cada olho a mais, um quilômetro mais para dentro, converte absorção em interceptação.